Valia de tudo, a gente até montou barraca de acampamento no quintal de casa uma vez né mãe?
Eram partidas intermináveis de jogo da vida, escadinha (não sei o nome desse jogo), cai não cai, cara cara, lince (nesse eu era fera) entre outros. Mesmo quando a gente cresceu, rolavam altas partidas de tranca, valendo café da manhã na cama no dia seguinte! Pra quem nunca brincou com o pai e com a mãe ou não brinca com os filhos eu digo:
Não importa quanto tempo você fica com o seu filho, o que importa é o quanto vocês se divertem quando estão juntos!
Eu era bem pequena quando rolou esta história. Meu pai me colocou em cima de uma muretinha e disse:
- Pula filha, o papai vai segurar você.
Eu sou cagalhona né genteeeeeeeeeeee! Não pulei. E meu pai insistiu:
- Pula filha, aqui nos braços do papai. Eu vou segurar você.
Nada de eu pular, dei aquela choradinha manhosa e fiquei lá paradinha no muro.
- Vai filha, pula! É divertido. O papai não vai deixar você cair.
Meu pai já meio de cara comigo, vira pra minha mãe e diz:
- Mãe, ela não quer pular. Não confia....
BOOOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMMMMPPPP!
Cheia de confiança, me joguei nos braços do meu pai e cai de boca no chão!
O problema é que ele estava olhando pra minha mãe e me espatifei. Foi um chororo daqueles mas eu acabei aprendendo que a gente tem que confiar desconfiando sem esquecer de avaliar as possibilidades!
Olhem que gracinha que eu era!
Lembro bem do tombo...tadinha!!!!Agora chegou a vez da Isabella....a vó vive fazendo maluquices pra ela e ela adora.
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